Henrique, ajoelhado à minha frente, beijava-me as coxas, enquanto os seus dedos subiam por entre as pernas, até pressionarem a minha humidade e se insinuarem na minha carne tenra, acariciando o clítoris, apertando-o levemente, fazendo-o rolar entre as pontas dos dedos. Afastou-me as pernas, erguendo-me uma delas e colocando-a sobre o seu ombro, deixando o meu sexo à mercê da sua boca. Quase me desequilibrei quando senti a sua boca a apertar os lábios da minha bcta, e a língua a penetrar no meu recanto mais íntimo. Gemi e segurei-me nos seus ombros. A carícia dos seus dedos nas minhas nádegas, apertando-me de encontro ao seu rosto, da sua língua que lambia a minha humidade, dos dentes que mordiscavam ternamente a minha carne, estavam a levar-me à loucura.
Senti, então, o corpo de Xana encostar-se nas minhas costas, os seus seios cheios, cujos mamilos rijos se espetavam contra a minha carne, e os seus braços que me rodearam o corpo, aproximando as mãos dos meus seios que apertou, enquanto me beijava a nuca, resvalando a língua quente pela minha pele.
Foi assim o meu primeiro orgasmo dessa noite: perdida nos braços de ambos. A boca, língua, dentes e dedos de Henrique no meu sexo, as mãos de Xana nos meus seios e a sua boca na minha, enquanto as nossas línguas dançavam entrelaçadas.
Seguraram-me entre eles, enquanto me vim alucinadamente e depois, deixei-me cair no chão, por cima do tapete felpudo que parecia preparado para receber corpos em fogo como o meu estava naquele momento.
O descanso não durou mais do que alguns dois ou três minutos de cumplicidade silenciosa e sorrisos.
Logo reiniciámos… na cama.
Senti, então, o corpo de Xana encostar-se nas minhas costas, os seus seios cheios, cujos mamilos rijos se espetavam contra a minha carne, e os seus braços que me rodearam o corpo, aproximando as mãos dos meus seios que apertou, enquanto me beijava a nuca, resvalando a língua quente pela minha pele.
Foi assim o meu primeiro orgasmo dessa noite: perdida nos braços de ambos. A boca, língua, dentes e dedos de Henrique no meu sexo, as mãos de Xana nos meus seios e a sua boca na minha, enquanto as nossas línguas dançavam entrelaçadas.
Seguraram-me entre eles, enquanto me vim alucinadamente e depois, deixei-me cair no chão, por cima do tapete felpudo que parecia preparado para receber corpos em fogo como o meu estava naquele momento.
O descanso não durou mais do que alguns dois ou três minutos de cumplicidade silenciosa e sorrisos.
Logo reiniciámos… na cama.
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