Muitos outros livros e dvds foram vendidos por ele. Naturalmente nada ocorreu, e agora esses mesmos indivíduos voltaram com seus sites e seus livros, mas dessa vez com uma nova data:2012, o ano em que o calendário Maia “termina” e quando a cidade sagrada de Shamballa tornaria-se visível novamente. É lógico que se trata da mesma campanha que se desenrolou anteriormente. E, nesse hiato de tempo entre 2003 e 2012, muito material surgiu da Internet, e acredito que mais de 90% veio de informações dos sites zetatalk e dos livros do Mark Hazzlewood. O curioso é que a criadora do site zetatalk é casada com uma pessoa importante da Nasa, e que Mark Hazzlewood mudou-se com sua namorada para o Canadá para se livrar de acusações relacionadas a seus livros sobre o assunto.
Antes de voltarmos aos assuntos do cometa Hale-Bopp e do Planeta X, é importante que você saiba de uns estudos que foram originalmente desenvolvidos por Belikovsi e desde a década de 1970 estão sendo realizados pelo Dr. James McCanney. Nesse modelo, diferente do atual modelo utilizado pelos cientistas para entender a mecãnica dos corpos celestes, existe o que ele chama de “Espaço Elétrico”, onde intensas interações de ordem eletromagnética ocorrem entre eles. Nesse modelo, embora toda a teoria física aplicada seja exatamente igual a atual, as interações eletromagnética entre os diferentes corpos celestes contam como boa parte dos cálculos a serem feitos, e não só as suas forças gravitacionais. Nessa interpretação, o espaço não é eletricamente neutro, e os cometas não são bolas sujas de gelo. Na verdade, eles são objetos tão importantes no sistema solar como os planetas o são. Eles são grandes cargas plasmáticas carregadas eletricamente pelo capacitor solar do nosso Sistema Solar, e mesmo a grandes distâncias podem provocar grandes efeitos sobre luas, planetas e até mesmo sobre o próprio Sol.
Antes de voltarmos aos assuntos do cometa Hale-Bopp e do Planeta X, é importante que você saiba de uns estudos que foram originalmente desenvolvidos por Belikovsi e desde a década de 1970 estão sendo realizados pelo Dr. James McCanney. Nesse modelo, diferente do atual modelo utilizado pelos cientistas para entender a mecãnica dos corpos celestes, existe o que ele chama de “Espaço Elétrico”, onde intensas interações de ordem eletromagnética ocorrem entre eles. Nesse modelo, embora toda a teoria física aplicada seja exatamente igual a atual, as interações eletromagnética entre os diferentes corpos celestes contam como boa parte dos cálculos a serem feitos, e não só as suas forças gravitacionais. Nessa interpretação, o espaço não é eletricamente neutro, e os cometas não são bolas sujas de gelo. Na verdade, eles são objetos tão importantes no sistema solar como os planetas o são. Eles são grandes cargas plasmáticas carregadas eletricamente pelo capacitor solar do nosso Sistema Solar, e mesmo a grandes distâncias podem provocar grandes efeitos sobre luas, planetas e até mesmo sobre o próprio Sol.