Não hesitei e deslizei os dedos pelo peito de Henrique, entrando pelos boxeurs na ânsia de sentir a sua carne quente e rija.
Puxou-me para fora da cama e, de pé, as suas mãos desceram para a minha saia, desapertando-a. Introduziu os dedos na minha tanga, sentindo a humidade do meu desejo e acariciando-me ternamente, em deliciosas massagens nos lábios do meu sexo.
– Estás molhadinha – disse-me ao ouvido.
– Estou louca de desejo, amor – respondi-lhe.
Ainda me arrepio só de recordar aqueles momentos. Foi uma noite diferente, especial, feita para o prazer, para que a luxúria me dominasse e apenas um corpo, repleto de desejo para ser aplacado, restasse naquele quarto, na companhia de outros dois, ansiosos pelos mesmos prazeres.
Não hesitei quando as mãos de Xana subiram pelas minhas coxas e apertaram a minha carne entre os seus dedos. Não hesitei quando senti o toque como seda dos seus dedos, na minha barriga e nos quadris, enquanto via Henrique tirar os boxeurs e aproximar-se de mim.
Começou por delinear os meus lábios com a ponta dos dedos e depositar beijos pela minha face, lábios e pescoço. Beijos suaves, delicados, que não tinham o condão de me acalmar o desejo, antes pelo contrário, o atiçavam cada vez mais.
Xana mantinha-se ainda a uma certa distância de nós, apenas observando, mas a última coisa que vi antes de fechar os olhos, foi a sua tanga a descer pelas coxas e a cair no chão e o seu corpo a surgir à luz ténue do candeeiro da mesa de cabeceira. Xana tem um corpo de formas tão femininas, tão perfeitas, o que a torna em alvo de admiração tanto por homens como por mulheres. Um corpo curvilíneo, de seios fartos e erguidos, ancas arredondadas e pernas altas bem torneadas.
Puxou-me para fora da cama e, de pé, as suas mãos desceram para a minha saia, desapertando-a. Introduziu os dedos na minha tanga, sentindo a humidade do meu desejo e acariciando-me ternamente, em deliciosas massagens nos lábios do meu sexo.
– Estás molhadinha – disse-me ao ouvido.
– Estou louca de desejo, amor – respondi-lhe.
Ainda me arrepio só de recordar aqueles momentos. Foi uma noite diferente, especial, feita para o prazer, para que a luxúria me dominasse e apenas um corpo, repleto de desejo para ser aplacado, restasse naquele quarto, na companhia de outros dois, ansiosos pelos mesmos prazeres.
Não hesitei quando as mãos de Xana subiram pelas minhas coxas e apertaram a minha carne entre os seus dedos. Não hesitei quando senti o toque como seda dos seus dedos, na minha barriga e nos quadris, enquanto via Henrique tirar os boxeurs e aproximar-se de mim.
Começou por delinear os meus lábios com a ponta dos dedos e depositar beijos pela minha face, lábios e pescoço. Beijos suaves, delicados, que não tinham o condão de me acalmar o desejo, antes pelo contrário, o atiçavam cada vez mais.
Xana mantinha-se ainda a uma certa distância de nós, apenas observando, mas a última coisa que vi antes de fechar os olhos, foi a sua tanga a descer pelas coxas e a cair no chão e o seu corpo a surgir à luz ténue do candeeiro da mesa de cabeceira. Xana tem um corpo de formas tão femininas, tão perfeitas, o que a torna em alvo de admiração tanto por homens como por mulheres. Um corpo curvilíneo, de seios fartos e erguidos, ancas arredondadas e pernas altas bem torneadas.
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